Adágios e Celeumas #4
"A instituição (INE) não passa de um mensageiro do Governo"
José Mata, presidente demissionário do INE
"O Instituto Nacional de Estatística (INE) tem como missão produzir e divulgar informação estatística oficial de qualidade, promovendo a coordenação, o desenvolvimento e a divulgação da actividade estatística nacional"
Apresentação do INEMaravilhas da retórica!


7 Comments:
Sabes o k é k INE ker dizer?
Isto Não s'Entende!
Quarta-feira, Outubro 12, 2005 9:09:00 PM
a estatístaca é a nova sofistica e resto são tremoços, há pois é!
Quarta-feira, Outubro 12, 2005 9:25:00 PM
Finalmente, alguém que sabe o que é um presidente!
Quarta-feira, Outubro 12, 2005 10:58:00 PM
finalmente alguém com um nome nobre!
Quinta-feira, Outubro 13, 2005 3:59:00 PM
Concordo, a estatística e os indicadores económicos são a nova sofistica. E a forma como são divulgados o novo ópio do povo. É que estão constantemente a surgir factos novos que uma pessoa nem tem tempo de pensar (processar) para adquirir informação. Isto no geral. No particular, uma subtileza na apresentação do INE reside no conceito "Informação Estatística". Ora as informações divulgadas pelo INE são, na minha opinião, factos estatísticos que, se não forem correlacionados, não permitem aferir grande coisa sobre a realidade. O que eu acho trágico-cómico é que quando um desses factos estatísticos é mais favorável, quem quer que está no governo apega-se ele com unhas e dentes, extrapolando-o ao ponto de o querer tornar informação pela insistência com que o divulga. Como é possível criar informação por insistência? Ora, a autocorrelação de uma constante (facto) resulta nessa constante ao quadrado, i.e., não é vazio, mas também não é informação porque não acrescenta nada ao facto conhecido, ou seja, a entorpia não varia. A informação só existe quando há variação de entorpia num sistema (p.ex.: memória humana) e a repetição do mesmo não gera um novo facto (logo a entorpia ñ varia porque o sistema fica no mesmon estado). Pior, a aquisição do mesmo facto autocorrelacionado pode dar ideia de informação já que a operação faz sentido (no sentido em que o resultado não é absurdo). Ainda pior é o anúncio de muitos factos, com um intervalo de tempo pequeno tal que não é possível 1) apanhá-los todos, 2) correlacioná-los (muito menos quando se tem de efectuar uma pré-filtragem). Por isso, infelizmente, os indicadores económicos e a estatística são sofistica e a forma como são divulgados o ópio do povo. Não vivemos na sociedade dea informação, vivemos na sociedade do ritmo de transmissão. Mas cabe-nos parar para adquirir informação e, mesmo que não se consigam todos os factos, estar disponiveis para actualizar a informação à medida que os vamos adquirindo.
Quinta-feira, Outubro 13, 2005 5:06:00 PM
Ui, mas se queres mesmo uma para pensar toma lá esta:
Se toda a informação que apreendes é por processo lógico de raciocinio dedutivo ou seja, silogismos.
Se um silogismo não acrescenta informação às premissas iniciais.
Então tu só crias informação quando te enganas.
Onde está a falácia? Ou no seguimento, onde é que criei informação?
Quinta-feira, Outubro 13, 2005 6:09:00 PM
a falácia é pensar que o unico incremento de informação possivel é ao nível das premissas qdo pode mto bem ser ao nível das conclusões
Viritao, pá,o k tu disseste resume-se, bem mais tangivelmente, nisto: a estatística é uma batata!!!
Sexta-feira, Outubro 14, 2005 2:33:00 PM
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